4th ENERGY AND WATER INNOVATION & TECHNOLOGY TRADE SHOW

23 → 24 SETEMBRO 2026 . EXPONOR PAVILHÃO 2. FEIRA INTERNACIONAL DO PORTO

4th ENERGY AND WATER INNOVATION & TECHNOLOGY TRADE SHOW    23 → 24 SETEMBRO 2026 . EXPONOR PAV. 2 . FEIRA INTERNACIONAL DO PORTO

ENTREVISTA DO MÊS

Úrsula Hu - Iberian Regional Director

O que motivou a Growatt a participar na ENERH2O 2026 e quais os principais

  1. Objetivos que a empresa pretende atingir com a sua presença nesta feira?

A participação da Growatt na ENERH2O 2026 deve-se principalmente ao forte crescimento do mercado português de energia fotovoltaica e armazenamento de energia, ao enfoque da exposição na integração energia-água, que está alinhado com o seu modelo de negócio, e à necessidade de expandir a quota de mercado local e a sua rede de parceiros. Os seus principais objetivos abrangem a expansão do mercado, a promoção de produtos, a troca de conhecimentos técnicos e a construção da marca.

  1. Na sua experiência, qual o papel que as feiras profissionais do sector energético desempenham actualmente no desenvolvimento do mercado e na geração de oportunidades de negócio?

As feiras profissionais do sector energético funcionam agora como um «motor de crescimento a 360°» para o desenvolvimento do mercado e a geração de oportunidades de negócio, integrando a geração de leads qualificadas, a integração política-tecnologia-mercado, a aceleração da entrada no mercado regional e a construção de confiança na marca — capacidades que os canais digitais, por si só, têm dificuldade em replicar.

  1. Portugal é um mercado cada vez mais dinâmico no domínio das energias renováveis. Que experiências teve a Growatt até agora neste país e quais são as suas expectativas de crescimento a curto e médio prazo?

A Growatt construiu uma base sólida em Portugal através da expansão localizada dos canais de distribuição, adaptação dos produtos e formação técnica, com objectivos a curto prazo (1-2 anos) de duplicar a quota de mercado e impulsionar a adoção de sistemas fotovoltaicos com armazenamento em instalações residenciais e comerciais, e objectivos a médio prazo (3-5 anos) de se tornar um fornecedor de topo e liderar o segmento de integração de energia e água.

  1. A Growatt consolidou-se como uma das marcas de referência na energia solar e soluções de armazenamento. Quais considera terem sido as chaves para este posicionamento internacional?

A ascensão da Growatt como referência global em energia solar e armazenamento assenta em seis pilares interligados:
liderança em tecnologia e produtos, estratégia de globalização,
ecossistema de soluções completo, validação da confiança na marca, capacitação dos parceiros de canal e agilidade em relação às tendências de mercado — um sistema que equilibra a escala global com a relevância local e sustenta a vantagem competitiva. A inovação é um dos grandes impulsionadores do setor.

  1. Em que áreas a Growatt está atualmente focando os seus esforços de I&D e quais as tendências tecnológicas que acredita que irão moldar o futuro próximo?

A I&D da Growatt está atualmente focada em cinco áreas de elevado impacto: integração híbrida de sistemas fotovoltaicos e armazenamento,
gestão inteligente de energia orientada por IA, tecnologia de baterias de alta segurança, conformidade com a rede e soluções escaláveis ​​e fáceis de instalar. As tendências tecnológicas de curto prazo (1 a 3 anos) serão moldadas pela inteligência na orla da rede, convergência dos sistemas fotovoltaicos e armazenamento, design de sistemas com foco na segurança, acoplamento multienergético e integração digital-física.

  1. No contexto da transição energética global, que papel acredita que as soluções de autoconsumo e armazenamento irão desempenhar na transformação do modelo energético?

Na transição energética global, o autoconsumo residencial/comercial aliado ao armazenamento de energia é uma força fundamental e democratizadora que está a remodelar o modelo energético centralizado tradicional, transformando-o de um sistema unidirecional, dominado pelas concessionárias, para um ecossistema energético descentralizado, bidirecional e centrado no utilizador. Estas soluções não são apenas «complementos» para a adoção de energias renováveis; são o fator crítico que desbloqueia todo o potencial da energia solar fotovoltaica, resolve os estrangulamentos na rede causados ​​pelas energias renováveis ​​variáveis ​​e capacita os utilizadores finais para se tornarem participantes ativos (prosumidores) no mercado energético. O seu papel transformador abrange a resiliência da rede, a penetração das energias renováveis, a equidade energética e a inovação de mercado, com impactos a curto e longo prazo que redefinem a forma como a energia é gerada, distribuída e consumida.

  1. A Growatt destaca-se pela sua vasta gama de soluções adaptadas a diferentes perfis de clientes. Como é que a empresa aborda a personalização dos seus produtos e serviços para atender às necessidades de cada mercado?

A abordagem da Growatt para personalizar produtos e serviços para os mercados globais é construída sobre uma estrutura modular, flexível, definida por software e ancorada localmente, prioritário para o mercado.
Começa com um profundo conhecimento específico do mercado, aproveita uma plataforma de hardware modular e uma pilha de firmware/software personalizável, e entrega através de sistemas localizados de
certificação, vendas e pós-venda, garantindo que as soluções se adaptam a vários códigos de rede, climas, tarifas e necessidades dos clientes.

  1. A oferta tecnológica da China está a ter um grande impacto no sector a nível mundial.

    Na sua perspetiva, qual o valor diferencial que esta capacidade industrial e tecnológica traz para o desenvolvimento das energias renováveis?

A capacidade industrial e tecnológica da China oferece quatro valores diferenciais principais para o setor global das energias renováveis ​​— redução de custos sem precedentes em escala, inovação integrada de soluções de pilha completa,
fabrico ágil e resiliência da cadeia de abastecimento e comercialização rápida de tecnologia alinhada com as políticas — que redefiniram fundamentalmente o ritmo, a acessibilidade e a escalabilidade.